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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

PORQUE MOLHO O DEDÃO

Um dos meus amigos ia toda  quinta-feira à noite a uma piscina coberta. Sempre via ali um homem que lhe chamava atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar o dedão do pé.  Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador.  Não era de estranhar, pois,  que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água.

Um dia tomou coragem e perguntou a razão daquele hábito.  O homem sorriu e respondeu:  "Sim, eu tenho um motivo para fazer isso.  Há alguns anos, eu era professou de natação de um grupo de homens.  Meu trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar de trampolim.  Certa noite não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube.  Não acendi a luz, porque conhecia bem o lugar.   A luz da lua brilhava através do teto de vidro.  Quando estava sobre o trampolim, vi uma sombra na parede em frente.  Com os meus braços abertos, minha silhueta formava uma magnífica cruz.  Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem".

O professor de natação continuou:  "Nesse momento, pensei na cruz de Cristo e em seu significado.  Eu não era cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram á mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio do seu precioso sangue".

"Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim  com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água.  Finalmente, voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água.   Desci a escada e os meus pés tocaram o piso duro e liso... na noite anterior, haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido!"

"Tremi todo e senti um calafrio na espinha.  Se eu tivesse saltado, seria o meu último salto.  Naquela noite, a imagem da cruz  na parede salvou minha vida.  Fiquei tão agradecido a Deus - que em Sua graça me permitiu continuar vivo - que me ajoelhei na beira da piscina.  Tomei consciência de que não somente a minha vida, também a minha alma precisava ser salva.  Para que isso acontecesse, foi necessário outra cruz, aquela que Jesus morreu para nos salvar.  Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele."

"Naquela noite fui salvo duas vezes.  Agora tenho um corpo sadio, porém o mais importante é que sou eternamente salvo.  Talvez agora você compreenda porque  molho o dedão antes de saltar na água."




terça-feira, 23 de setembro de 2014

O VALOR DA BÍBLIA

 O Valor da Bíblia
Há muitos anos, existiu um homem muito rico que no dia do seu aniversário convocou a criadagem a sua sala para receberem presentes.

    Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro. Em seguida dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta. Essa foi a pergunta feita:

    - O que prefere você receber agora: esta Bíblia ou este valor em dinheiro?
    - Eu gostaria de receber a Bíblia. Respondeu pela ordem o cocheiro.
    - Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!
    Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão. Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar.
    Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou:
    - Minha mulher está adoentada e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem
    dúvida, a Bíblia.
    Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão. Agora, pela
    ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta:
    - Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um
    vestido novo.
    - Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro. Informou a arrumadeira, em poucas palavras.
    Finalmente, chegou a vez do menino de recados. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe:
    - Certamente você também ira preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?
    - Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe  me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro... Disse o pequeno mensageiro.
    Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.
    A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão: "Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus."
Pense agora: "O quê pode ser mais valioso do que a palavra de Deus ?"
Tudo aquilo que nós precisamos, Deus tem e deseja que tenhamos.
A nós, basta  aceitar o que Ele nos oferece...

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O TESTE DA BALANÇA

Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado em seu rosto, entrou num armazém, aproximou-se do proprietário (conhecido pelo seu jeito grosseiro) e lhe pediu fiado alguns mantimentos.  Ela explicou que seu marido estava muito doente e não podia trabalhar; e que tinha 7 filhos para alimentar.

O dono do armazém zombou dela e pediu que ela se retirasse do seu estabelecimento.  Pensando na necessidade de sua família, ela implorou:  "Por favor senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que eu tiver..."  Ele respondeu que ela não tinha crédito e nem conta na sua loja.  Em pé, no balcão ao lado, um freguês, que assistia à conversa entre os dois, aproximou-se do dono do armazém e lhe disse que deveria dar o que aquela mulher necessitava para sua família por sua conta.

Então, o comerciante, meio relutante, falou para a pobre mulher:  "Você tem uma lista de compras?"  "Sim", respondeu ela.  "Muito bem, coloque sua lista na balança, e o quanto ela pesar, eu lhe darei de mantimentos"  A pobre mulher hesitou por uns instantes e, com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança.  Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo. Completamente pasmado com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para seu freguês e comentou contrariado: "Não posso acreditar!"  O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança.  Como a escala da balança não se equilibrava, continuou colocando mais e mais mantimentos, até não caber mais nada.

O comerciante ficou ali parado, olhando para a balança por alguns instantes, tentando entender o que havia acontecido...  Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado, pois não era uma lista de compras e sim uma prece que dizia:  "Meu Senhor, tu conheces as minhas necessidades, e eu estou deixando isso em tuas mãos..."  O homem deu as mercadorias para a pobre mulher, no mais completo silêncio; ela agradeceu e deixou o armazém.  O freguês pagou a conta e disse:  "Valeu cada centavo..."  Só mais tarde, o comerciante pode reparar que a balança havia quebrado: entretanto, só Deus sabe o quanto pesa uma oração...

Pr. Josué Gonçalves

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

QUEM SOU EU

          
Quem sou eu que tudo pode
Que fez a terra e o mar
Que criou o sol e o céu
E as aves que nele há

Que criou o ar que existe
O abismo, as trevas e a luz
A lua e as estrelas no céu
Foi eu também, que pus

Depois de tudo fazer
Quis eu o homem criar
Pra ele me obedecer
E também me adorar

Do pó, Adão eu criei
E Eva, da sua costela
Para formar notável grei
E os povos gerados por ela

Um belo jardim fiz surgir
E dei para o homem cuidar
Pra dele sempre usufruir
E nele pudesse habitar

O homem que tudo tinha
E sem esforços fazer
Perdeu o que lhe mantinha
Só por não me obedecer

O verdadeiro motivo
Que me afasta do homem
E provocar sofrimento
Pecado, é o seu nome

Por muito o homem amar
Eu tive que oferecer
Meu filho na cruz pra morrer
E a humanidade salvar

Caso você não lembre,
Eu sou o que sempre fui
Sou o Princípio e o Fim
Eu sou o pai de JESUS!

Antônio Saldanha




domingo, 3 de agosto de 2014

VOCÊ É UM ENVELHESCENTE

Se você tem entre 45 e 65 anos, preste bastante atenção no que se segue

Se você for mais novo, preste também, porque um dia vai chegar lá.

E se já possou, confira.  Sempre me disseram que a vida do homem se dividia em quatro partes:
Infância, adolescência, maturidade e velhice.

Quase correto.

Esqueceram de nos dizer que, entre a maturidade e a velhice (entre os 45 e os 65), existe  a ENVELHESCÊNCIA.

A envelhescência nada mais é que uma preparação para entrar na velhice, assim como a adolescência é uma preparação para a maturidade.

Engana-se quem pensa que um homem maduro fica velho de repente, assim da noite para o dia. Não!!!  Antes a envelhescência!!!

E se  você  está  em  plena   envelhescência,   já   notou  como   ela   é   parecida   com  adolescência?

Coloque os óculos e veja como esse novo estágio é maravilhoso.  Já notou que andam nascendo umas espinhas em você?  Notadamente na bunda?


Assim   como   os   adolescentes,   os envelhescentes   também   gostam   de   meninas   de   20   anos.

Os adolescentes mudam a voz.   Os envelhescentes também.  Mudam o ritmo de falar, o timbre de voz.  Os adolescente querem falar mais rápido, os envelhescentes querem falar mais lentamente.

Os adolescentes não têm ideia do que vai acontecer com eles daqui a 20 anos.  Os envelhescentes evitam pensar nisso.

Ninguém entende os adolescentes   ...  Ninguém entende os envelhescentes  ...  Ambos são irritadiços, enervam-se com pouco.  Acham que já sabem de tudo e não querem palpites nas suas vidas.

Às vezes, um adolescente tem um filho, é uma coisa precoce.  Às vezes, um envelhescente tem um filho, é uma "pós-coce".

Os adolescentes não entendem os adultos e acham que ninguém os entende.   Os envelhescentes também não entendem eles.   "Ninguém me entende" é uma frase tipica de envelhescente.   Quase todos os adolescentes, acabam sentados na poltrona do dentista e no divã do analista.   Os envelhescentes também.   A contragosto, idem.

Os adolescente adoram usar uns tênis e uns cabelos "da hora".   O envelhescente também.   Sem falar nos brincos.   Ambos adoram deitar e acordar tarde.

O adolescente ama assistir a um show de artista envelhescente (Caetano Veloso, Chico Buarque, Myck Jagger).   O envelhescente ama assistir a um show de um artista adolescente.   O adolescente faz tudo para aprender a fumar.   O envelhescente  pagaria  qualquer  preço para deixar o vício. Ambos bebem escondido.

Os adolescentes fumam maconha escondido dos pais.   Os  envelhescentes fumam  maconha  escondido dos filhos.

O adolescente esnoba que dá três por dia.   O envelhescente, quando dá uma a cada très dias, está mentindo.

A adolescência, vai dos 10 aos 20 anos   ...   a envelhescência vai dos 45 aos 65 anos.

Depois, sim, virá a velhice, que nada mais é que a maturidade do envelhescente.

Daqui a alguns anos, quando insistirmos em não sair da envelhescência para entrar na velhice, vão dizer:   "É um eterno envelhescente"


...Que bom!!!    
                                                                                                                                            Mário Prata



quinta-feira, 31 de julho de 2014

A RIQUEZA E A POBREZA


Um dia, um pai de família rico, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres. O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social... O pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.
Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa de um trabalhador da fazenda. Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho: 
- E aí, filhão, como foi a viagem para você? 
- Muito boa, papai, respondeu o pequeno. 
- Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza? 
- Sim, pai, retrucou o filho. 
- E o que você aprendeu com tudo o que viu nesses dias, naquele lugar tão pobre? 
O menino respondeu: 
- É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu. Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha. Nós temos alguns canários em uma gaiola e eles têm todo tipo de passarinho, todos soltos no ar! 
O filho suspirou e continuou: 
- E além do mais papai, observei que eles rezam antes de qualquer refeição, enquanto que nós sentamos à mesa em casa falando de negócios, dólar, festas, daí comemos, empurramos o prato e pronto! 
No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer o Pai Nosso enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive pela nossa visita na casa deles. Lá em casa, vamos para o quarto, assistimos televisão e dormimos. 
Outra coisa, papai, dormi na rede do Tonho, enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós. 
Na nossa casa colocamos a Maria, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando nos quartos para visitas.
Conforme o garoto falava o pai ficava chocado, sem graça e envergonhado. Foi quando o filho se levantou, abraçou o pai e ainda acrescentou: 
- Obrigado papai, por me mostrar o quanto nós somos pobres!
MORAL DA HISTÓRIA 
Não é o que você é, o que você tem, onde está ou o que faz que irá determinar a sua felicidade. 
Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, um coração bondoso e reta intenção no que faz, então, você tem tudo!                                                                                                                                                              Autor Desconhecido

sexta-feira, 18 de julho de 2014

A RAIVA

A  raiva  é  um  veneno  que  nos  consome  por  dentro, pois ela quando impotente, leva a pessoa ao ressentimento, um estado de espírito destrutivo, mórbido.  A violência desencadeada pela raiva, manifesta-se de diversas formas: pode ser refreada dentro do indivíduo, causando irritação temporária, ou um ressentimento crônico.   Pode explodir em agressividade, ou transformar-se num processo de vingança a longo prazo.

A raiva é uma emoção que aparece quando um obstáculo ou alguém, se interpõe entre o indivíduo e um desejo ou projeto a ser alcançado.   E isso provoca uma resposta agressiva da pessoa, visando destruir ou superar tal empecilho.   Entretanto essa agressividade muitas vezes é contida devido as normais sociais, ou a fraqueza do indivíduo, que não permite essa exteriorização.   Quando a pessoa não se conforma com tal situação, passa a nutrir um obsessivo sentimento de vingança conhecido como ódio.

Ninguém está livre de se deixar dominar pela a ira, que pode ser desencadeada por um justo motivo, por uma causa irracional ou um simples contratempo.       

Quando odiamos alguém, imaginamos que estamos lhe magoando, porem, o ódio é uma lâmina de dois gumes, pois o mal que fazemos aos outros, também fazemos a nós, só para termos um ideia, a raiva provoca uma descarga excessiva de adrenalina no nosso organismo, velando a alterações fisiológicas, como aumento da pressão arterial e dos batimentos cardíaco,  problemas  gastrointestinais,  inquietação  e  insônia. 

As vezes, quando  acordamos de mau humor, podemos desenvolver um sentimento de raiva de alguém,  pelo simples fato de descordar do nosso ponto de vista,  e por isso, passa a ser considerado como persona non grata e inconscientemente com o passar do tempo,  conservamos esse sentimento tão perverso que muito nos consome, tanto assim, que ao encontrarmos aquela pessoa muitos anos depois, desperta em nós, aquele mau que estava adormecido, fazendo retornar toda aquela sensação nefasta do passado.      

Uma pessoa quando submetida a uma contrariedade muito grande, pode vir a sofrer uma crise de fúria; e quando isso acontece, ela perde temporariamente o juízo e passa a agir como um animal feroz, que não mede as consequência dos seus atos.


Portanto, quando estivermos diante de uma situação semelhante, é aconselhável respirar fundo e contar até dez (10) antes de agirmos, a fim de recompormos o nosso siso, e assim, possamos manter o controle das nossas emoções.   E por incrível que pareça, uma atitude tão simples, as vezes pode  nos livrar de praticarmos algum tipo de atrocidade.


Porem, se atentarmos para importância da prática  do perdão, independente de estarmos ou não com a razão, não ficaremos refém desse mau, e assim estaremos banindo de uma vez, essa raiva  de dentro de nós.  Eu bem sei que não é fácil, mas é possível, pois já aconteceu comigo e funcionou.  Isso denota um ensinamento de Jesus: "Irai-vos, mas não pequeis, não se ponha o sol sobre a vossa ira" Ef. 4:26  Essa expressão  nos dá a entender que não é errado termos raiva de alguém, contanto que ela seja breve.  "Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens."  Rm. 12:17