A raiva é um veneno que nos consome por dentro, pois ela quando impotente, leva a pessoa ao ressentimento, um estado de espírito destrutivo, mórbido. A violência desencadeada pela raiva, manifesta-se de diversas formas: pode ser refreada dentro do indivíduo, causando irritação temporária, ou um ressentimento crônico. Pode explodir em agressividade, ou transformar-se num processo de vingança a longo prazo.
A raiva é uma emoção que aparece quando um obstáculo ou alguém, se interpõe entre o indivíduo e um desejo ou projeto a ser alcançado. E isso provoca uma resposta agressiva da pessoa, visando destruir ou superar tal empecilho. Entretanto essa agressividade muitas vezes é contida devido as normais sociais, ou a fraqueza do indivíduo, que não permite essa exteriorização. Quando a pessoa não se conforma com tal situação, passa a nutrir um obsessivo sentimento de vingança conhecido como ódio.
Ninguém está livre de se deixar dominar pela a ira, que pode ser desencadeada por um justo motivo, por uma causa irracional ou um simples contratempo.
Quando odiamos alguém, imaginamos que estamos lhe magoando, porem, o ódio é uma lâmina de dois gumes, pois o mal que fazemos aos outros, também fazemos a nós, só para termos um ideia, a raiva provoca uma descarga excessiva de adrenalina no nosso organismo, velando a alterações fisiológicas, como aumento da pressão arterial e dos batimentos cardíaco, problemas gastrointestinais, inquietação e insônia.
As vezes, quando acordamos de mau humor, podemos desenvolver um sentimento de raiva de alguém, pelo simples fato de descordar do nosso ponto de vista, e por isso, passa a ser considerado como persona non grata e inconscientemente com o passar do tempo, conservamos esse sentimento tão perverso que muito nos consome, tanto assim, que ao encontrarmos aquela pessoa muitos anos depois, desperta em nós, aquele mau que estava adormecido, fazendo retornar toda aquela sensação nefasta do passado.
Uma pessoa quando submetida a uma contrariedade muito grande, pode vir a sofrer uma crise de fúria; e quando isso acontece, ela perde temporariamente o juízo e passa a agir como um animal feroz, que não mede as consequência dos seus atos.
Portanto, quando estivermos diante de uma situação semelhante, é aconselhável respirar fundo e contar até dez (10) antes de agirmos, a fim de recompormos o nosso siso, e assim, possamos manter o controle das nossas emoções. E por incrível que pareça, uma atitude tão simples, as vezes pode nos livrar de praticarmos algum tipo de atrocidade.
Porem, se atentarmos para importância da prática do perdão, independente de estarmos ou não com a razão, não ficaremos refém desse mau, e assim estaremos banindo de uma vez, essa raiva de dentro de nós. Eu bem sei que não é fácil, mas é possível, pois já aconteceu comigo e funcionou. Isso denota um ensinamento de Jesus: "Irai-vos, mas não pequeis, não se ponha o sol sobre a vossa ira" Ef. 4:26 Essa expressão nos dá a entender que não é errado termos raiva de alguém, contanto que ela seja breve. "Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens." Rm. 12:17
A raiva é uma emoção que aparece quando um obstáculo ou alguém, se interpõe entre o indivíduo e um desejo ou projeto a ser alcançado. E isso provoca uma resposta agressiva da pessoa, visando destruir ou superar tal empecilho. Entretanto essa agressividade muitas vezes é contida devido as normais sociais, ou a fraqueza do indivíduo, que não permite essa exteriorização. Quando a pessoa não se conforma com tal situação, passa a nutrir um obsessivo sentimento de vingança conhecido como ódio.
Ninguém está livre de se deixar dominar pela a ira, que pode ser desencadeada por um justo motivo, por uma causa irracional ou um simples contratempo.
Quando odiamos alguém, imaginamos que estamos lhe magoando, porem, o ódio é uma lâmina de dois gumes, pois o mal que fazemos aos outros, também fazemos a nós, só para termos um ideia, a raiva provoca uma descarga excessiva de adrenalina no nosso organismo, velando a alterações fisiológicas, como aumento da pressão arterial e dos batimentos cardíaco, problemas gastrointestinais, inquietação e insônia.
As vezes, quando acordamos de mau humor, podemos desenvolver um sentimento de raiva de alguém, pelo simples fato de descordar do nosso ponto de vista, e por isso, passa a ser considerado como persona non grata e inconscientemente com o passar do tempo, conservamos esse sentimento tão perverso que muito nos consome, tanto assim, que ao encontrarmos aquela pessoa muitos anos depois, desperta em nós, aquele mau que estava adormecido, fazendo retornar toda aquela sensação nefasta do passado.
Uma pessoa quando submetida a uma contrariedade muito grande, pode vir a sofrer uma crise de fúria; e quando isso acontece, ela perde temporariamente o juízo e passa a agir como um animal feroz, que não mede as consequência dos seus atos.
Portanto, quando estivermos diante de uma situação semelhante, é aconselhável respirar fundo e contar até dez (10) antes de agirmos, a fim de recompormos o nosso siso, e assim, possamos manter o controle das nossas emoções. E por incrível que pareça, uma atitude tão simples, as vezes pode nos livrar de praticarmos algum tipo de atrocidade.
Porem, se atentarmos para importância da prática do perdão, independente de estarmos ou não com a razão, não ficaremos refém desse mau, e assim estaremos banindo de uma vez, essa raiva de dentro de nós. Eu bem sei que não é fácil, mas é possível, pois já aconteceu comigo e funcionou. Isso denota um ensinamento de Jesus: "Irai-vos, mas não pequeis, não se ponha o sol sobre a vossa ira" Ef. 4:26 Essa expressão nos dá a entender que não é errado termos raiva de alguém, contanto que ela seja breve. "Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens." Rm. 12:17
Nenhum comentário:
Postar um comentário